quinta-feira, 15 de março de 2012

Resultado do TEOT é comemorado com entusiasmo

Da esquerda para direita os ortopedistas:
ALESSANDRO, FÁBIO, DANILO, RICARDO, IGOR,
ALEILIMAR, PABLO, TIAGO, ALBERTO E MARCELO

Esta foi mais uma edição do TEOT
em que Goiás obteve aprovação
maciça de seus residentes

Goiás pode se orgulhar dos recentes ortopedistas aprovados no 41º Exame para Obtenção de Título de
Especialista em Ortopedia e Traumatologia da SBOT (TEOT), realizado em janeiro deste ano na cidade de Campinas (SP).  O grande sucesso dos residentes na prova demonstra o potencial da ortopedia goiana no cenário nacional. “Estamos muito felizes com o resultado. Em nome da Sociedade
Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Goiás, quero parabenizar nossos novos colegas e dizer que a ortopedia goiana está de portas abertas”, alegra-se Paulo Silva, presidente da SBOT-GO.
 
Dentre os estudantes avaliados, estão os que participaram da residência no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás, Hospital Ortopédico de Goiânia, Hospital de Urgências de Goiânia, Hospital Geral de Goiânia e o Instituto Ortopédico de Goiânia. “Quero agradecer aos preceptores que realizaram um trabalho sério e focado na saúde pública, no ensino e
treinamento, repassando conhecimento teórico e preparando os novos especialistas para lidar com profissionalismo e ética com a ortopedia”, elogia Paulo Silva.
 
Um dos aprovados
O brasileiro nascido na Bolívia, Pablo Erick Alves Villa, que até o ano passado cursava residência em ortopedia no Hospital Geral de Goiânia (HGG) e no Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO) e já atuou como clínico em diversas cidades do interior goiano, foi aprovado no TEOT. “O aprendizado da residência foi fundamental, pois a teoria e prática obtidas ao longo dos três anos de residência me
garantiram base e segurança para realizar a prova de título”, afirma o ortopedista. Pablo ainda comenta que o primeiro ano da residência de ortopedia foi bastante árduo devido à carga de trabalho.

Rotina No segundo ano, houve uma atenção maior à preparação para o TEOT, embora tenha sido o período em que começou a executar procedimentos cirúrgicos e ambulatoriais mais expressivos. “O resultado colhido neste ano foi a última colocação no Simulado do Centro-Oeste”, relembra. Após
alguns meses estudando 13 horas por dia o esforço de Pablo foi recompensado e ele declara que isto foi possível graças ao estudo, à dedicação, à força de vontade e inclusive ao apoio de alguns médicos e colegas. “Gostaria de agradecer a todos os professores do HUGO e HGG, especialmente ao Dr. Ricardo Costa e ao Dr. Sérgio de Lima, que sempre me dedicaram palavras de apoio e incentivo, aos residentes que me apoiaram, e ao ortopedista Paulo Silva que me ajudou a ‘abrir os olhos’”, relembra.
Pablo diz ainda que, das três etapas que consistem a prova do TEOT, a que lhe causou mais tensão foi a prova objetiva. “Neste tipo de prova não há a possibilidade de se mostrar o conhecimento, ou seja, não há como se discutir sobre o assunto e sim acertar o que o elaborador da questão deseja”,
avalia. No entanto, teve facilidade na prova de habilidades, já que o assunto de seu teste foi justamente instalação de fixador externo na bacia, procedimento realizado com frequência no HUGO. Para quem vai se candidatar ao teste, o ortopedista recomenda estudo árduo e bastante calma.

Revista SBOT-GO, fevereiro de 2012.

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